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Notícia postada em 18/07/2019

Aconteceu em 1972. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizado em Estocolmo, na Suécia, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho, em todos os países signatários da ONU. O Brasil, inclusive.

Foi aqui no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, que aconteceu também a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi realizada de 13 a 22 de junho de 2012, A Rio+20 foi assim conhecida porque marcou os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e contribuiu para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

 A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009, tendo como objetivo a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes, como: A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. A Conferência foi um marco importante para a defesa do Meio Ambiente em nível mundial.

Na continuidade dos sinais de advertência que os principais cientistas do mundo vêm dando sobre as mudanças climáticas, aconteceu o chamado Acordo de Paris. Ali foi aprovado um tratado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), que rege medidas de redução de emissão de gases estufa a partir de 2020, a fim de conter o aquecimento global abaixo de 2 ºC, preferencialmente em 1,5 ºC, e reforçar a capacidade dos países de responder ao desafio, num contexto de desenvolvimento sustentável. O acordo foi negociado em Paris durante a COP21, e aprovado em 12 de dezembro de 2015.

Porém, quase 50 anos depois Conferência da ONU em Estocolmo que instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente em 1972, o tema continua sendo discutido – e tendo esses acordos que foram realizados ao longo desses anos desrespeitados ou mesmo ignorados por alguns países.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por exemplo, declara ignorar o chamado ‘efeito estufa’, provocado principalmente por países desenvolvidos, como os Estados Unidos. Daí o desprezo de Trump por atitudes em defesa do meio ambiente global.

O Mau Exemplo Ianque Tem Seguidores no Brasil

No Brasil, a partir da posse de Jair Bolsonaro (PSL) na presidência da República, seu governo tem demonstrado que quer seguir o mau exemplo dos Estados Unidos, ignorando ações que devem ser seguidas à risca para cumprir com os acordos internacionais que o País assumiu durantes essas cúpulas que foram realizadas nessas últimas cinco décadas. Um desatino total, que se propôs logo de início em pôr a defesa de índios e da natureza nas mãos de quem mais os avilta e ameaça sua sobrevivência: os ruralistas e latifundiários.

Por isso, e outros exemplos, este ano, a vertente ambiental da ONU promoveu várias iniciativas com a temática poluição do ar. O grupo lançou um site especial, um mapa interativo de eventos e um desafio digital de comprometimento para chamar a atenção para este problema, classificado como “evitável, mas que demanda ações urgentes e imediatas”.

A ONU desafia cidadãos a postarem fotos e vídeos tampando o rosto e a boca nas redes sociais. O intuito é pedir para líderes mundiais iniciativas para um ar mais limpo. Os rostos podem ser cobertos com lenços, máscaras de ar ou itens criativos que façam referência à poluição do ar.

No dia 5, cada pessoa deveria postar foto ou vídeo para assumir um compromisso em reduzir a poluição do ar e marcar três pessoas ou empresas para seguir o exemplo. A ONU recomenda utilizar as hashtags #DiaMundialDoMeioAmbiente e #CombataAPoluiçãoDoAr e marcar a @ONUMeioAmbiente.

O SINTEC/ES declara total apoio a todas iniciativas que visem o desenvolvimento sustentável, onde se inclui o fim do desmatamento da Amazônia e de todos Biomas do Brasil, o respeito e defesa à biodiversidade natural, pela responsabilização e criminalização dos ‘desastres ambientais’ que ceifam vidas humanas, animais e o meio ambiente, como vêm ocorrendo em Minas Gerais provocados por mineradoras como a Vale e a Samarco que atropelam as leis e a prática de técnicas modernas e seguras em busca de lucros cada vez maiores.

O pedido de socorro do Planeta Terra vem para que ouçamos o seu clamor através dos sinais que todos podemos também ver e sentir no dia a dia, nas cidades e nos campos. Nós, cidadãos e cidadãs de cada país que não queremos ver a destruição da natureza e, como consequência, do nosso planeta, vamos dar o nosso grito de alerta e a nossa disponibilidade para lutar por um mundo melhor.