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Apelo do Sintec/ES à Senadora ROSE DE FREITAS e ao Senador MARCOS DO VAL

Notícia postada em 27/09/2019

Vocês que foram eleitos pelo povo capixaba para defender os mais dignos interesses da nossa gente. Não se esqueçam de que a nossa aposentadoria  deve ser considerada SAGRADA, e um DIREITO que deveria ser respeitada por todos. Os governos passam, todos nós passamos, vocês passarão, também!  Não deixem que acabem com uma das maiores,  mais importantes e justas conquistas do povo brasileiro! Por isto, esses direitos têm de ser perenes como deve ser a nossa Constituição!

E um grande abraço ao Senador FABIANO CONTARATO  Com este não haverá TRAIÇÃO!

Comitiva do Espírito Santo participa de Seminário promovido pelo Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT) em Brasília.

O evento do CFT celebrou o dia do técnico industrial com a presença de dirigentes e representantes da categoria dos estados e de outros países

Esse grupo esteve em Brasília participando de um seminário promovido pelo CFT. A partir da esquerda: em pé Hudson, Carnielli, Aluyr, Jefferson, professor Mauro, Valmir Xavier, Bernardino. Agachados: Dionísio, Kepler, Elianderson, Vanderli.

Telmo Sodré (ao lado) também esteve presente, não estava no momento no grupo.

Na segunda-feira (23/9), o CFT celebrou o dia do técnico industrial rendendo homenagens a figuras célebres para a criação do conselho – e promovendo o intercâmbio de ideias e referências de desenvolvimento industrial entre vários países.

Nos dias 24 e 25/9, o Seminário dispôs de um ciclo de palestras com representantes de instituições brasileiras e internacionais que apresentaram temáticas pertinentes à atuação do técnico industrial na contemporaneidade.

Ética no Serviço Público

O Secretário de Controle Externo do Trabalho e Entidades Paraestatais do TCU, Márcio André Albuquerque, discorreu sobre o Decreto nº 1171/94, referente ao Código de Ética no Serviço Público, e promoveu uma série de reflexões sobre a importância de se empreender uma cultura ética para um sistema de gestão da ética efetivo. Albuquerque instruiu os ouvintes sobre conflitos éticos e riscos à lisura no serviço público como a influência política, pressões externas e interesses pessoais – e elencou valores éticos fundamentais, tais quais integridade, objetividade, competência e transparência.

Fiscalização no Conjunto CFT/CRTs

Outra instituição convidada a palestrar foi o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o CAU. A Coordenadora de Fiscalização, Cecília Carrapatoso da Costa, apresentou estratégias de fiscalização utilizados pelo CAU: os cases de sucesso na fiscalização e também as ferramentas que não apresentaram os resultados almejados. A palestrante compartilhou as empreitadas, projetos e principalmente as dificuldades de seu conselho, visando antecipar os potenciais desafios a serem enfrentados pelo CFT, um conselho criado há pouco tempo como o CAU.

Ensino Técnico na América Latina: “Allá voy, no. Allá vamos.”

Miguel Morales, Presidente da OITEC (Organização Internacional dos Técnicos) da Argentina, discursou sobre a importância de se pensar o desenvolvimento técnico e industrial coletivamente e falou diretamente aos dirigentes da América Latina, sobre como a excelência de sua gestão impacta a representatividade da categoria profissional perante a sociedade e a nível global. Morales lembrou ainda que contar com estudantes aptos a operar e planejar em congruência com novas tecnologias é o caminho para o crescimento.

Certificação por competência

O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Paula Souza, Almério Melquíades, elencou em sua palestra os desafios da gestão educacional como a certificação por competência, e questões como a evasão no ensino técnico. Melquíades apresentou por meio de números e infográficos um apanhado significativo da educação técnica brasileira e suas questões emergenciais. Para ele, é importante que as escolas técnicas incorporem tecnologia não só no conteúdo lecionado, mas principalmente nos serviços oferecidos.

Catálogo Nacional de Cursos Técnicos

Para elucidar dúvidas sobre o processo de atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, o CFT recebeu a Diretora de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marilza Machado. A Diretora afirma que o último catálogo, que não passava por alterações há cinco anos, teve sua elaboração bastante pautada nos parâmetros do MEC, e que no novo catálogo serão consideradas com uma maior veemência as demandas de realidade prática dos técnicos industriais. Segundo Mariza, o trabalho de atualização contará com contribuição de diversas instituições interessadas na temática do catálogo, como Ministérios, representantes dos setores produtivos e o CFT.

Formação do Técnico Industrial na Indústria 4.0

Houve ainda palestra sobre a formação dos técnicos no contexto da Indústria 4.0 e da pertinência da avaliação de cursos e também de desempenho dos estudantes de ensino técnico – que para o Gerente Executivo de Educação Profissional e Tecnológica do SENAI/DN, Felipe Morgado, deve ser uma requisição tanto do CFT, quanto do Ministério da Educação. A palestra descreveu o impacto da chamada 4ª Revolução Industrial no mercado de trabalho, que incorpora nanotecnologia, biotecnologia, Big Data, robótica avançada e inteligência artificial – de modo que mão de obra humana e tecnologia corroboram.

O Mercado de trabalho do Técnico Industrial

Wilson Conciani, Reitor do IFB – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília, expôs um panorama do PIB brasileiro dos últimos anos, dentro de recortes como a relação entre renda e escolaridade e o impacto do ensino técnico neste cenário. Conciani traçou um paralelo entre mudanças políticas globais, como o Brexit e relações EUA-China, e o desenvolvimento econômico Brasileiro – e listou, por fim, as principais habilidades que serão exigidas dos técnicos industriais nos próximos anos, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, tais quais criatividade e inteligência emocional.

O encerramento do evento foi realizado pelo presidente do CFT, Wilson Wanderlei Vieira.

(Fonte: CFT)

Sintec/ES quer técnicos da CESAN no PCR da empresa e negociada pelo Sindicato

A diretoria do Sintec/ES enviou ofício à CESAN – Companhia Espírito-Santense de Saneamento, empresa de economia mista, enquadrada no regime jurídico de direito privado como Sociedade Anônima (S/A), “que tem como objetivo principal a melhoria contínua da qualidade de vida da população do Espírito Santo. Sua gestão é vinculada diretamente ao Governo do Estado.”

O Governo do Estado do Espírito Santo detém o controle, com 99,77% das ações, enquanto acionistas minoritários possuem 0,23% do capital. A Companhia está presente em 52 dos 78 municípios do Espírito Santo. Destes, sete estão na Região Metropolitana da Grande Vitória e 45 no interior.

Em ofício enviado à diretoria da CESAN em 12 de abril de 2019, o Sintec informa que apresentou um “minucioso estudo científico contido num parecer no qual se comprova que ‘tecnicamente é perfeito e cabível o ato de se alterar o enquadramento da ‘Estrutura de Carreiras’ de ‘Crescimento Diferenciado por Promoção Funcional’ das ‘Funções dos cargos de Técnico de Saneamento e Gestão’, de ‘Técnico A e Técnico B para a Estrutura de Carreiras de Crescimento Diferenciado por Nível de Júnior, Júnior – Pleno, Pleno – Sênior e Sênior – Master, do Plano de Carreiras e Remuneração da CESAN. Este relatório foi elaborado de acordo com o PCR/2014 da própria CESAN. Profissional competente e devidamente qualificado.

Contudo, obteve como resposta no último dia 07 de junho de 2019, com o seguinte teor: “Esclarecemos que o assunto relativo às promoções de profissionais de nível médio da CESAN tem sido sistematicamente inserido nas pautas de negociações coletivas que a Cia. discute com o Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado do Espírito Santo – SINDAEMA, responsável pelas negociações coletivas e estabelecimento de condições de trabalho para todos os trabalhadores de abastecimento de água, esgoto sanitário e meio ambiente da CESAN, no ES, desde a criação da Cia em 1967.”

E ainda complementa, afirmando que “a estruturação de carreiras da companhia observa as práticas de mercado, bem como o indissociável equilíbrio econômico-financeiro da empresa e da própria prestação de serviços, já que as despesas com pessoal representam relevante e considerável parcela incidente nas tarifas dos usuários. Além disso, destacamos que, no momento, a companhia está conduzindo processo de reavaliação do dimensionamento de pessoal, conforme contratação em fase final por meio de Concorrência Pública 005/2018, e que tal trabalho é imprescindível para qualquer estudo de alteração estrutural nas carreiras da companhia.”.

Assinada pelo presidente Miguel Madeira, foi protocolado na CESAN mais um ofício em resposta ao que enviaram ao Sintec: “Inicialmente registramos o recebimento do oficio supracitado e agradecemos nos ter respondido. Bem, nosso requerimento se deve a necessidade de valorizar a categoria dos técnicos, categoria esta diferenciada.”

De acordo com Madeira, “a resposta negativa dessa Instituição, ao pleito do Sintec/ES nos causa estranheza, pois, os técnicos representam 20% do quadro de empregados, o que naturalmente não afetaria o orçamento da CESAN. Ademais, como dito anteriormente os técnicos são categoria diferenciada, regulada por lei e a representação não seria de outro sindicato e sim do Sintec/ES.”

Dois pesos, duas medidas

Miguel, no mesmo ofício, analisa, por fim, que o edital de concorrência pública mencionado pelo diretor da CESAN, “se trata de redimensionamento de pessoal e não de valorização de seu quadro de pessoal. Ademais, registramos que a Categoria dos Engenheiros, a qual se parabeniza conseguiu no ano de 2014 uma reavaliação do seu plano de cargos e salários(em vigor faz 30 anos), sua modificação com valorização dos engenheiros. Entretanto, o que se observa, foi um tratamento desigual, onde uma categoria obteve êxito e outras não, o que vem de encontro aos princípios de isonomia”.

E antecipa sobre o impacto financeiro, avaliando que “hoje a CESAN se encontra em uma situação extremamente favorável com altos lucros o que cai por terra a falta de recursos financeiros. ”

Miguel solicitou que seja feita nova avaliação no sentido de dar provimento ao pleito do Sintec/ES, para adequar o plano de carreira dos técnicos de acordo com a proposta apresentada a essa instituição.

No ofício recebido, o diretor administrativo e comercial alega que mantém permanente negociação com o Sindaema. Então, o líder sindical indaga porque que o PCR dos engenheiros está em vigor há 30 anos e até o momento a empresa não implementou o PCR dos técnicos e das demais categorias.

“Somos a favor da participação do Sindaema, inclusive nos reunimos com o presidente da instituição, e contra o uso indevido pela empresa do nome do sindicato de base, para tentar ludibriar os trabalhadores e mais uma vez não atender uma reivindicação mais do que justa dos técnicos”, revela o presidente do Sintec.

Mas, para garantir que o assunto seja tratado além da troca de ofícios, o Sintec /ES entrou com Pedido de Mediação no Ministério Público do Trabalho para tratar do enquadramento em plano de carreira no âmbito da CESAN, que já recebeu convocação, mas respondeu não ter interesse nesta intermediação. Diante disso, o próprio MPT decidiu que “será notificada a requerida para eventual pronunciamento e contrarrazões e o encaminhamento ao órgão com atribuição para análise”.

 “A luta em benefício dos técnicos da CESAN está apenas começando. Não arredamos o pé em nossas justas reivindicações”, diz confiante e determinado o presidente do Sintec/ES Miguel Madeira.

Jair Bolsonaro discursa pela primeira vez  na ONU

Tradicionalmente, cabe ao presidente do Brasil a abertura da Assembleia Geral da ONU, realizada todos os anos em Nova Iorque, Estados Unidos, onde fica a sede da organização. O mérito brasileiro se dá pela sua importância na participação na fundação da instituição, como também por ser um país que tem historicamente como tradição desempenhar um papel de mediador de conflitos internacionais com mensagens pacíficas para o mundo. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, na primeira vez discursando na tribuna da ONU, fez exatamente o contrário, desta vez, contrariando todas as expectativas.

Altamente agressivo, o presidente brasileiro descarregou um série de recados à ONU, a governos, a ONGs e à imprensa, surpreendendo autoridades internacionais e levando muitos a lamentar.

Escreveu um atônito jornalista que estava presente: – Todos chocados com o que estavam ouvindo. Mas uma das mensagens, particularmente dura, veio de um representante que faz parte da cúpula das Nações Unidas: “Ele (Bolsonaro) acabou de perder a última chance de ser respeitado”.

O discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas provocou reações de correspondentes estrangeiros e recebeu cobertura reativa da imprensa internacional, chamada de mentirosa pelo líder brasileiro, apresentado como de extrema-direita por vários veículos. As negativas de Bolsonaro sobre a crise amazônica  receberam amplo destaque, por conta das fotos de satélite, inclusive da Nasa, que registraram o aumento dos incêndios e desmatamento nos últimos dois meses no Brasil.

O jornal espanhol El País ressaltou o “discurso ultranacionalista” de Bolsonaro. O diário francês Le Monde destacou o ataque dele ao líder indígena Raoni, acusado de ser “manipulado por estrangeiros”. Washington Post destacou as negativas dele sobre os incêndios na Amazônia, apesar das evidências que levaram à sua “condenação internacional” no mês passado

O correspondente do jornal britânico The Guardian, Tom Phillips, mostrou surpresa no Twitter com o tom beligerante adotado pelo presidente do Brasil. “Mesmo nos piores pesadelos, não tenho certeza de que diplomatas brasileiros tenham imaginado um discurso de Bolsonaro na #UNGA [Assembleia Geral das Nações Unidas] tão arrogante, tão cheio de bílis e tão verdadeiramente calamitoso para o lugar do Brasil no mundo. #MeDaPenaPorBrasil”, escreveu.

Outro repórter do Guardian, estabelecido no Rio de Janeiro, o jornalista Dom Phillips, também destacou uma linha do discurso do líder brasileiro. “Os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos incêndios na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico”, escreveu no Twitter, reproduzindo link da Folha.

O jornalista Vincent Beavis, correspondente do Washington Post na Ásia e que atuou no Brasil pelo jornal americano Los Angeles Times, também acompanhou o pronunciamento do presidente. E escreveu no Twitter: “Agora, o mundo certamente está prestando atenção ao Brasil como um país, talvez mais do que nunca. Mas acho que poucos membros importantes das comunidades liberais e pró-democráticas globais gostarão de Bolsonaro menos hoje do que ontem. Já estava muito claro quem ele é”.

A Reuters distribuiu material destacando que Bolsonaro acusou a mídia de mentir sobre incêndios e que exige “respeito pela soberania do Brasil”. O despacho repercutiu na imprensa europeia, asiática e do oriente médio. O jornal americano The Wall Street Journal ressaltou o tom “desafiador” adotado pelo presidente, que “acusa líderes globais e a mídia de espalhar mentiras sobre a floresta tropical”.

O influente site americano The Huffington Post apontou que Bolsonaro defendeu o desmatamento ao declarar que “a Amazônia não está sendo devastada”.  A reportagem destaca que “o presidente de extrema-direita do Brasil (…) culpou as organizações internacionais de mídia e ambientais por espalharem “mentiras” sobre os incêndios que assolam a floresta amazônica durante um discurso nacionalista que abriu a Assembléia Geral das Nações Unidas na manhã desta terça-feira”.

A Associated Press também destacou as acusações do chefe de Estado brasileiro de que a “mídia está mentindo sobre os incêndios na Amazônia”. O material foi replicado em mais de 2,2 mil veículos globais nos cinco continentes. Já a France Press deu na manchete que o presidente do Brasil “rejeitou a falácia” de que “a Amazônia pertence à humanidade”. O texto ganhou repercussão na Ásia e Europa, sendo reproduzido amplamente em veículos da França, como France 24, Radio France Internationale, Le Figaro e News 24. O argentino Clarín também destacou a denúncia da “falácia” da Amazônia, assim como o La Nación.

Reportagem da Bloomberg, com o título “Mundo deve respeitar a soberania do Brasil na Amazônia, diz Bolsonaro”, relata que no discurso de 30 minutos, o presidente brasileiro enfatizou que “o Brasil está se movendo em nova direção depois de chegar à ‘beira’ do socialismo”.

A agência inglesa BBC destacou a declaração do presidente de que a “floresta amazônica pertence ao Brasil“. No material distribuído logo após o pronunciamento de Bolsonaro, o serviço noticioso britânico relatou que ele adotou um tom “desafiador” perante o parlamento mundial: “É uma falácia dizer que a Amazônia é a herança da humanidade, e um equívoco confirmado pelos cientistas de dizer que nossas florestas amazônicas são os pulmões do mundo”. Entre diplomatas estrangeiros, também houve estupor com as ameaças de Bolsonaro. O chanceler cubano Bruno Rodriguez rechaçou os ataques do líder brasileiro no Twitter: “Eu rejeito categoricamente as calúnias de Bolsonaro a Cuba. Ele está delirando e anseia pelos tempos da ditadura militar. Deveria cuidar da corrupção de seu sistema de Justiça, governo e família. É o campeão do aumento da desigualdade no Brasil”, disse.  (Fonte: Internet)